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08 Set 2012
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entrevista margarida coimbraPergunta 1: Há quanto tempo é que jogas xadrez e como é que começaste a jogar?
Margarida Coimbra: Jogo xadrez há cerca de 19 anos. Quando tinha 4 anos, fui com a minha família às termas e vi uns senhores idosos a jogar xadrez; logo na altura, o jogo me fascinou e pedi logo ao meu pai para me ensinar a jogar. Aos 10 anos, comecei mesmo a praticar a modalidade no Clube Palma e Arredores, que tem sido o meu clube desde então.



Pergunta 2: Em quantas Olimpíadas já participaste e qual foi a tua preferida?
Margarida Coimbra: Esta é a 6ª Olimpíada. Confesso que a primeira, em Istambul no ano de 2000, foi a que me marcou mais, precisamente pelo facto de ser estreante na prova e por ter tido aquele fascínio inicial de ser uma experiência nova.

Pergunta 3: O que te motiva ser professora de xadrez para além de jogadora?
Margarida Coimbra: Para mim, ser professora de xadrez de crianças é mesmo uma paixão. Trabalho com crianças pequenas, que frequentam o ensino primário e o que mais me motiva a ensiná-los são as suas conquistas nas modalidades e nos jogos através dos conhecimentos que lhes vou transmitindo ao longo das aulas. O seu sorriso quando conseguem um bom resultado é uma enorme recompensa para mim, pelo trabalho que desenvolvo com eles. É preciso mesmo gostar de crianças para lhes transmitir o gosto e a paixão por este desporto.

Pergunta 4: Em termos de expectativas, o que estas a achar desta Olimpíada em termos da organização? E em termos pessoais a nível de xadrez, das tuas partidas?
Margarida Coimbra: Esta organização, principalmente comparada com a organização da primeira Olimpíada que joguei em Istambul no ano de 2000, na minha opinião está pior: estamos alojados muito fora do centro da cidade e muito dependentes dos autocarros da organização, o facto de não nos fornecerem água durante os jogos acho que é uma grande falha, e por último não podermos entrar no local do jogo (quando estamos de fora) durante as partidas e não as conseguir ver também é um ponto bastante negativo. Como ponto positivo posso realçar que a sala de jogo é bastante luminosa, o que é bom para a prática de xadrez. De resto, a nível pessoal claro que poderia estar a fazer um torneio melhor, mas sinto que estou a praticar um bom xadrez e a realizar boas partidas e espero conseguir continuar a jogar bem as últimas quatro, o que certamente se irá refletir em bons resultados.

Pergunta 5: O xadrez vai continuar a fazer parte da tua vida?
Margarida Coimbra: Quero continuar a jogar xadrez, mas as vezes a vida pessoal desenrola-se de uma maneira que poderá não dar para conciliar a modalidade na minha vida. Se por um motivo ou outro tiver de deixar de jogar, quero na mesma continuar a lecionar xadrez às crianças porque para mim é mesmo motivante e adoro esta atividade.

 

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