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10 Out 2013
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entrevista henrique aguiarO Henrique Aguiar teve uma época preenchida finalizando agora com a participação no Campeonato Europeu de Jovens de 2013. Ainda no escalão Sub-16, onde conquistou o título de Campeão Nacional Sub-16, somou este ano participações na 1ª Divisão - Fase Final do CN Equipas e na Final Four da Taça de Portugal e na Fase de Apuramento do CN Individual Absoluto. Tem actualmente 2122 e está em clara ascensão. Finaliza a época com um excelente 28º lugar no Campeonato Europeu de Jovens 2013, realizado em Montenegro.




1. Como é que está a ser esta experiência no Campeonato Europeu de Jovens?
R. Acho que está a ser muito engraçada. O treinador com o qual fui colocado era diferente dos habituais e proporcionou um ambiente muito mais relaxado. Não gostei muito da sala de jogo, onde achei que estava demasiado calor e que os tabuleiros estavam demasiado próximos. A comida não era nada de especial, mas era comestível, pelo que não me posso queixar. Achei o quarto um pouco frio demais especialmente nas noites. Em termos de desempenho xadrezístico e outras aventuras, gostei muito: Tive a possibilidade de contactar com vários adversários de vários países com os quais discuti as partidas que joguei, aprendi diversas coisas novas e por último gostei bastante do almoço/passeio que realizámos no dia livre. Achei que permitiu aos atletas esquecer o torneio e apenas relaxar e desfrutar de Budva.


2. Algumas vez ponderaste ser profissional de Xadrez? Achas que isso é viavel em Portugal?
R. Já já ponderei tornar-me profissional de Xadrez. No entanto, escolhi não me tornar um. Acho que para um jogador de Xadrez viver uma vida agradável e simpática seria necessário uma enormíssima quantidade de talento e trabalho. Por eu também ter outras vocações, escolhi que o xadrez seria no futuro algo que eu faria para me divertir, e/ou competir, mas não profissionalmente.


3. Começaste a jogar com que idade? Quem te ensinou?
R. Comecei a jogar no 3ºano quando tinha 7 anos na minha Escola primária. Havia uma lista com atividades que a escola ia proporcionar e eu decidi experimentar. Foi então o professor de Dinis Furtado que iniciou a minha carreira xadrezística.


4. O que te fascina mais na prática do xadrez?
R. Acho que o que eu gosto mais enquanto jogo xadrez é a adrelina e a colocação de problemas. O que é que isto quer dizer? Vendo cada posição nova como um problema para encontrar o melhor lance traz-me um grande interesse. Além disso ocorrem às vezes aquelas partidas de lentas em que ambos estamos em apuros de tempo e em posições caóticas traz sempre aquela emoção de não se saber para que lado é que o jogo vai tombar.


5. Quais são os teus planos a médio e longo no xadrez?
R. Gostava de chegar a Mestre Fide antes de terminar o Ensino Secundário. Possivelmente Mestre Internacional apesar de perceber que isso é perto de impossível. Depois com a entrada na universidade o xadrez terá um papel secundário, indo jogar quando tiver tempo, mas procurando mesmo assim evoluir. Por último, gostava de entrar no top10 (pelo menos) de Portugal.

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